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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

No Dia dos Animais, aprenda 10 gestos bons para cachorro


Os cães são considerados os melhores amigos do homem. E não receberam esse posto à toa. São carinhosos, brincalhões, defendem seus donos e estão sempre por perto. No Dia Mundial dos Animais (4 de outubro), confira dez gestos simples para retribuir a amizade do pet, de acordo com as veterinárias Denise Saretta Schwartz, professora da Universidade de São Paulo (USP); e Maria Lúcia Gomes Lourenço, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp)/Botucatu.

1) Ração: Oferecer alimentos humanos aos cachorros não faz mal, se conseguir montar uma refeição balanceada para eles, segundo Denise. Uma dieta caseira inadequada pode levar a várias deficiências e excessos, causando obesidade, desnutrição ou problemas de pele. “Certos condimentos e ingredientes utilizados na culinária humana podem ser prejudiciais à saúde do cão”, disse Maria Lúcia. Como elaborar um cardápio adequado não é tarefa fácil para os leigos, por isso a melhor aposta é realmente a ração. Aos seus olhos, pode até parecer nada apetitosa, mas a comida para cachorros apresenta os ingredientes necessários e nas quantidades adequadas ao seu amigo de quatro patas.
Na hora de escolher qual das muitas opções da prateleira é a melhor, conte com a ajuda do veterinário, que também auxilia a determinar a quantidade diária. A ração deve ser dividida em, ao menos, duas porções.
O ideal é que o animal coma na hora em que o alimento é fornecido, principalmente no caso das rações úmidas. O pote tem de estar limpo. Lave-o com água e sabão, da mesma forma que suas louças.

2) Sem exceções: Qual dono não gosta de satisfazer as vontades do cãozinho, principalmente quando faz aquele olhar pidão? No entanto, essa atitude prejudica a saúde quando o assunto em questão é comida. “O queijo, por exemplo, contém uma quantidade grande de calorias. Um pedacinho para o cão equivale a quase a metade do queijo de uma vez para os humanos. Devemos lembrar que os cães são bem menores do que nós”, afirmou a professora da USP.
Doces, então, nem pensar. Causam obesidade e problemas dentários, e estimulam a liberação de insulina. É difícil, mas vale a pena fazer um esforço e conter-se quando estiver saboreando uma guloseima qualquer e seu animal fazendo a maior festa para ganhar uma lasquinha que seja.

3) Nada de petiscos: OK, você não deve presentear o seu pet com pedaços de alimentos para humanos. Então, a forma de driblar a situação é dar petiscos próprios, certo? Não, na opinião da veterinária Denise. “Eles geralmente contêm muita gordura e sal.” Nada melhor do que agradá-lo com carinhos e muita brincadeira. Nem pense em conquistá-lo pela barriga.

4) Brinquedos: Os brinquedos são bem-vindos na hora da diversão. Mas fique tão atento quanto ficaria ao escolher um mimo para crianças. Não podem ser muito pequenos ou conter partes fáceis de engolir. Assim, evita que o animal engasgue ou precise passar por uma cirurgia para retirar o objeto.

5) Xô, sedentarismo: Não são apenas os humanos que têm a possibilidade de serem sedentários. Os cães também podem sofrer desse mal. A falta de exercício traz problemas, como os respiratórios e a obesidade. Caminhadas de 20 a 30 minutos, de três a cinco dias por semana, são uma boa atitude, que beneficia os bichinhos e seus donos ao mesmo tempo. Dê adeus à fadiga e coloque suas pernas e as patas do seu colega em ação.
Use sempre uma guia, o que afasta o risco de atropelamentos, briga entre cães e acesso a lixo e produtos tóxicos que estejam no chão. Se o animal vive dentro de casa e sobe em sofás e camas, higienize suas patinhas na volta do passeio. Use água morna e sabonete neutro, enxágue bem e seque. Outra alternativa é usar lenços umedecidos.

6) Vacinação: A frase “quem ama cuida” se enquadra também ao relacionamento entre homens e animais. É fundamental que os pets sejam vacinados, o que afasta o perigo de transmissão de doenças até para seus donos, como a raiva e leptospirose.
“Todo filhote deve receber três ou quatro doses das vacinas contra as doenças infecciosas mais comuns – cinomose, parvovirose, hepatite canina, leptospirose, parainfluenza canina – dependendo da idade de início da vacinação, raça e histórico de vacinação da mãe. Todas devem ser repetidas anualmente, assim como a antirrábica”, disse Denise. Não se esqueça de levar seu cão semestralmente ou pelo menos uma vez por ano ao veterinário.

7) Esqueça o leitinho: É bastante comum, principalmente quando o cachorro ainda é filhote, oferecer leite. Se você tem esse costume, saiba que está para lá de errado. “Pode causar diarreia e gases em alguns animais. Caso o filhote já tenha sido desmamado, não há necessidade de leite”, disse Denise.
O animal pode beber outros líquidos, como chás, quando indicado pelo veterinário. Nem pense em refrigerantes, sucos com açúcar e bebidas alcoólicas. A água ainda é a melhor pedida. Lave bem a vasilha com sabão, enxágue e troque o liquido uma vez por dia ou quando notar a presença de restos de alimento ou sujeira.

8) Sol: Pode parecer frescura, mas os cães também precisam de banhos de sol, antes das 10h e depois das 16h. É importante para a síntese da vitamina D, da mesma forma que para as pessoas. Eles devem ter um abrigo, para evitar insolação, e água à vontade.

9) Banho: Dê banho em seu cachorro sempre que estiver sujo. Pode ser a cada semana, 15 dias ou um mês. “É importante que proteja os ouvidos com algodão parafinado, com o intuito de evitar problemas como otites”, afirmou a professora da Unesp. Aposte em sabonete neutro ou produtos específicos e água morna. Sendo assim, nada de lavá-lo com a mangueira. Se você não gosta de banhar-se com água fria, por que ele gostaria? Seque-o com o auxílio de uma toalha.
Não se esqueça de penteá-lo com o objetivo de evitar a formação de nós, dermatoses (doenças de pele) e ingestão de pelos.

10) Higiene bucal: Cães também precisam escovar os dentes diariamente para mantê-los saudáveis. Não use seu creme dental, pois podem desenvolver gastrite por engoli-lo. Opte por escova e pasta de dentes específicos para animais.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Aluguel de cães vira mania no Japão


Uma mania pouco conhecida no mundo ocidental está ganhando cada vez mais adeptos no Japão: o aluguel de cães de estimação. A prática vem conquistando adeptos no país, onde cresce o número de empresas especializadas no serviço.

As lojas oferecem aluguel por hora, dia ou até por mês. Os preços variam de acordo com o tempo de estadia do cão com o cliente e do tamanho do animal.

Na rede de lojas especializadas Janet Village, por exemplo, o aluguel pode ficar entre 1.575 ienes (R$ 25) por hora para cães pequenos, e de 2.100 ienes (R$ 34) por animais maiores.

A mesma loja diz que as opções mais populares entre os clientes são o aluguel dos cães por 24 horas e o aluguel apenas para um passeio de uma ou duas horas.

Segundo Mayumi Kitamura, dona de outra loja do ramo, a Zoo, os cães oferecidos para o aluguel são, na maioria, animais que estavam à venda nas lojas quando filhotes e que acabaram ficando em estoque.

Experiência
Além de atender ao desejo ocasional de ficar em companhia de um cachorro, o aluguel funciona também como forma de se “experimentar” os bichos para depois eventualmente comprá-los.

Na rede Zoo, que tem cinco lojas na capital japonesa, a maioria dos clientes são pessoas que querem experimentar o convívio com animais de estimação.
Quando o cliente realmente decide comprar, a loja desconta a despesa do aluguel.

Em alguns casos, famílias com crianças que desejam criar animais de estimação, experimentam o convívio com o animal para verificar se surgem problemas como alergia ou como a eventual falta de afinidade com outros animais de estimação já existentes na casa.

BBC Brasil

sábado, 28 de maio de 2011

Cães ganham protetor auditivo para passear de avião


Se seres humanos usam protetores auditivos principalmente para trabalhar em locais barulhentos, animais de estimação ganharam sua versão para poder passear de avião com seus donos.

Idealizados pela pela piloto norte-americana Michelle Macguire, que queria proporcionar uma viagem mais tranquila para seu labrador Cooper, os protetores auditivos são comercializados pela empresa Mutt Muffs. De acordo com reportagem do jornal britânico “Daily Mail“. Michelle fez voos curtos acompanhada pelo cão com e sem a proteção para comprovar a utilidade do objeto.


Produzido em cinco tamanhos, o produto que isola o barulho é usado por diferentes raças de cachorros e até mesmo por gatos. No site da empresa, há fotos de animais com policiais, em corridas de carros, em passeios de barco e outras situações.

Segundo a criadora, os protetores são usados por cachorros das forças armadas baseados no Iraque e no Afeganistão. Além de resolverem o problema dos inúmeros bichinhos em noites de fogos de artifício.

terça-feira, 3 de maio de 2011

De orelha em pé: limpar o ouvido dos cães evita inflamações

Você tem o costume de reparar se as orelhas do seu cachorrinho estão sujas? Pois deveria. Segundo a veterinária Isabela Kieling, da Physical Clínica, uma limpeza correta dessa parte do corpo do bichinho evita doenças como otite (inflamação do conduto auditivo). “Otites recorrentes ou mais profundas, denominadas internas, podem afetar o equilíbrio do animal e até mesmo levar à surdez”, afirma ela.

Isabela explica que esse tipo de inflamação é muito comum em raças de orelhas caídas, como labrador e poodle, ou compridas e peludas, como cocker spaniel e basset hound. “Orelhas caídas abafam os ouvidos e não permitem a circulação do ar, condição que favorece a multiplicação de bactérias e fungos”, explica ela.

Saber se o cão sofre de otite é fácil: além do cheiro forte provocado pela inflamação e do visível excesso de cera, o animal tende a pender a cabeça para um dos lados, coçar atrás das orelhas com freqüência ou esfregar a orelha no chão. Entre as principais causas de otite estão falta de higiene, umidade, parasitas, fungos e bactérias. Mas alergias, problemas de pele, distúrbios hormonais e até a predisposição da raça também podem resultar na doença.

Limpar as orelhas do animal e mantê-las livres de umidade é o melhor jeito de prevenir a otite. O próprio dono pode cuidar disso, passando, na parte interna das orelhas do cachorro, o dedo indicador envolvido em algodão embebido em uma pequena quantidade de ceruminolítico (produto que dilui a cera, encontrado em lojas especializadas). “A higiene pode ser feita uma vez por semana, junto com o banho, ou quando for necessário”, ensina Isabela.

E não é preciso ficar com medo de machucar o bicho. Como o tímpano de cães e gatos é bem fundo, não há risco de o dono perfurá-lo durante a limpeza. “O importante é nunca usar cotonetes ou pinças com algodão, a fim de evitar acidentes”, recomenda Isabela. “Caso o animal já esteja com otite, o melhor é levá-lo ao veterinário para que seja feita a higiene adequada”, acrescenta ela. O tratamento da inflamação é feito com medicamentos próprios, como antibióticos.

Vi no GNT

sábado, 30 de abril de 2011

Necessidades no lugar certo


Talvez o comportamento mais desejável para um cão é este: Que ele faça suas necessidades no local correto. Considero este o principal comportamento de um cão adestrado e educado. É bom para ele e para o dono...

Você pode ensinar isto para o seu cãozinho logo quando ele chegar em casa, aos 45 dias de vida. Normalmente eles aprendem bem rápido.

Como ensinar um filhote a fazer as necessidades no jornal:

Prepare o cantinho onde ele irá dormir, se alimentar e etc. Fiz um desenho para ilustrar a melhor maneira de dispor a cama, potinhos e jornal:


É instinto do cão fazer as necessidades longe de onde ele dorme e come, então as chances de ele fazer no jornal são grandes. Se ele acertar de primeira, elogie e lhe dê um petisco. Depois coloque uma folha de jornal limpa por cima da suja com o xixi. Se for cocô, obviamente é necessário retirar o jornal sujo.........

Provavelmente ele irá sempre fazer as necessidades no mesmo local, porém não esqueça de deixar uma folha com um pouquinho de xixi por baixo das outras, e deixar o local sempre limpo. Você pode começar colocando jornal em uma área grande, e depois ir diminuindo o espaço do “banheiro”.

Agora, se o filhote não acertou o local que você preparou, esfregue o jornal no xixi dele, e coloque por baixo de outras folhas de jornal limpas. Fique observando se da próxima vez ele irá fazer certo. Se ele acertar, elogie muito e dê um petisco. Se ele errar de novo, diga NÃO e o leve imediatamente para cima do jornal.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Chocolate pode matar um cachorro?

Sim.

No chocolate existe um composto químico chamado teobromina Esta substância é tóxica para um cachorro se for ingerida de 100mg a 150mg por Kg do peso do animal!

Para se ter uma idéia, 170 gramas de chocolate amargo é suficiente para matar um cachorro de 9kg.

Portanto, muito cuidado ao dar: chocolate, achocolatado, biscoitos de chocolate e etc para o seu bichinho!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sofrimento com a ausência do dono


O filme ‘Sempre ao seu lado’ conta a história de Hachiko, cão da raça akita que ganhou uma estátua na estação de trem de Shibuya, no Japão, por sua lealdade e seu amor. Hachiko, que acompanhava seu dono de casa para a estação, de manhã, e da estação para casa, no fim da tarde, continuou a esperá-lo no lugar de costume, depois da morte dele, durante dez anos. Casos como esse levantam uma questão: os bichos também sentem saudade? 

Segundo a veterinária Rita Ericson, da Vet Clinic, a saudade é um sentimento humano, mas exemplos como o de Hachiko são mais comuns do que se imagina. “Os bichos, em especial os cães, sofrem com a ausência do dono e até de outro animal com o qual estavam acostumados a conviver”, diz ela. 

De acordo com Rita, especializada em comportamento animal, o sofrimento se manifesta não só em casos de morte, mas também quando o dono ou o outro bicho fica muito tempo longe. Mas é preciso ter cuidado para não confundir a tristeza com ansiedade de separação, um mal comum entre animais que passam muito tempo sozinhos. “O melhor que alguém pode fazer por um bicho triste ou ansioso é oferecer atividades físicas, como passeios e adestramento, além de brinquedos interativos”, explica a veterinária. 

Sintomas 
Identificar os sintomas da ansiedade de separação é fácil: o animal se lambe em excesso, costuma roer as unhas e pode até morder as próprias patas, causando ferimentos. “Latidos constantes assim que o dono sai de casa, destruição de objetos e coco no meio da sala também são indícios desse distúrbio”, garante Rita. 

No caso da morte do dono, o ideal é que o animal fique com alguém que goste dele e com quem já tenha laços. Terapias alternativas como o uso de florais, sob a supervisão de um veterinário, podem ajudar a resolver o problema, assim como misturar frango desfiado à ração ou oferecer outro alimento preferido do bichinho funciona em casos de perda de apetite. “Os animais são diferentes entre si, mas, de modo geral, têm grande capacidade de adaptação e se recuperam relativamente rápido”, assegura Rita.

Fonte: GNT

quinta-feira, 10 de março de 2011

Veterinária vai além de cuidar dos animais domésticos


Dois fatores são essenciais para quem escolher a carreira de veterinário: vocação e gostar de animais. O curso ensina o aluno a cuidar da saúde de rebanhos e animais domésticos e a controlar a produção de alimentos de origem animal, deixando-o apto a dar atendimento clínico e cirúrgico.

Ao todo, existem 160 cursos de medicina veterinária no país, oferecidos na grande maioria por universidades públicas. Disciplinas como anatomia, farmacologia, nutrição, biofísica veterinária, sociologia rural e bioclimatologia fazem parte do currículo da graduação.

O mercado de trabalho para o veterinário está dividido em três segmentos: clínica, saúde animal e pública e reprodução animal. Para Enrico Lippi Ortolani, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, as áreas de animais silvestres e atendimento clínico em pets estão saturadas.

- Atualmente, as áreas de criação de aves e suínos, bovinos de leite e de corte, reprodução e empresas veterinárias são ótimo mercado para novos profissionais. Outros segmentos são o de tecnologia de alimentos, em especial no atendimento às grandes redes de supermercados, na área de controle de zoonoses (doenças de animais transmitidas aos seres humanos).

Sobre a qualidade dos cursos oferecidos, Ortolani recomenda as instituições públicas, mas afirma que as faculdades particulares têm melhorado. No entanto, no último exame organizado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), 52% dos graduados não passaram. Mesmo assim, Ortolani – que vê avanços nas graduações.

Duração mínima: cinco anos.
Estágio: obrigatório
Média salarial: R$ 3.000
Tipo de trabalho: cuidar de rebanhos e animais domésticos.
Atuação: empresas privadas, órgãos públicos e ONGs
Número de profissionais registrados no país: 71 mil

Notícia do R7

terça-feira, 8 de março de 2011

Donos fumantes fazem mal à saúde dos bichos


Os donos fumantes podem prejudicar a saúde dos próprios bichos de estimação. Segundo Alexandre Sano, médico veterinário da clínica Med Dog, em São Paulo, a fumaça prejudica os bichos do mesmo modo que prejudica as pessoas.

- A fumaça pode irritar o sistema respiratório dos bichos, pois acumula resíduos no pulmão. Ao lado dos donos fumantes, os animais acabam virando fumantes passivos.

As doenças mais comuns que os bichos podem contrair por causa da fumaça são a rinite e a sinusite. Os problemas tendem a ser maiores em animais braquicefálicos, aqueles que têm o focinho achatado – como pug, bulldog, boxer, lhasa apso, shitzu, pequinês e algumas raças de gatos.

- Os primeiros sintomas de que o bicho está com algum problema respiratório podem ser espirros e secreção nasal. Em alguns casos, a inflamação nas vias respiratórias é tão grande que rompe os vasos da narina e pode sangrar.

A lei que proíbe o fumo em ambientes públicos e fechados, (Lei 13.541 de Ambientes Livres de Tabaco, aprovada em agosto de 2009), talvez não tenha sido tão boa para animais. Isso por que as pessoas, que não podem fumar em lugares públicos, acabam fumando mais vezes dentro de casa, e consequentemente, mais próximo aos seus bichinhos.

O médico afirma que animais com problemas respiratórios podem ser tratados com remédios e antiinflamatórios, mas isso os deixará dependentes a vida toda. Sem contar que a nicotina continua se acumulando no pulmão…

A melhor opção para donos fumantes não afetarem seus pets é fumar em locais abertos, bem longe deles.

Denise Schwartz, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina e Veterinária da USP, afirma que não adianta apenas fumar em um cômodo separado do bicho.

Denise coordena uma pesquisa para analisar as alterações que o fumo dos donos pode fazer no organismo dos bichos, mas o estudo ainda está no começo.

- A pesquisa está em fase inicial ainda, mas já existem alguns trabalham que provem que há interferência do cigarro do dono na saúde do bicho.

Um dos problemas mais graves que pode atingir o pet é o câncer no pulmão. Este câncer é um dos mais agressivos para animais e os leva à óbito em cerca de dois meses.

Sano brinca que talvez a melhor solução para o bicho seria trocar de dono. Quem é fumante deve prestar atenção redobrada na saúde do bicho, principalmente se ele demonstra alguns dos sintomas citados acima. O quanto antes for feito o diagnóstico, melhor é para o animal, no entanto, a solução de fato é diminuir, e se possível, anular o contato do bicho com a fumaça.

Notícia do R7

segunda-feira, 7 de março de 2011

Não deixe o bicho passar calor


Nós, humanos, quase derretemos quando chega o verão brasileiro, não é? Imagine os bichos, que tem o corpo coberto de pelos? Sim, eles sofrem (e muito!) com o calor.

Segundo o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, se os animais não receberem os cuidados adequados, podem até entrar em um quadro de hipertermia (elevação da temperatura corporal) e chegar até à morte.

Ao contrário do que muitos pensam, a língua para fora não significa sede, e sim calor. Esse é um dos primeiros sinais de que o bicho não está reagindo bem à alta temperatura.
- Os cães, como não suam, diminuem a temperatura do corpo pela ofegação. Se estiver muito ofegante e com a língua para fora, é por que a temperatura de seu corpo está muito alta.

O especialista afirma que se o dono perceber tais sintomas, o melhor é levar o bicho para o veterinário. Molhe o animal em água fria e coloque-o no carro com uma toalha também molhada em agia fria. O quanto mais rápido, melhor é para a saúde do pet.

Veja 8 dicas do especialista para aliviar o calor dos bichos:

1- Escolher horários alequeados para passear com o bicho. Evite o horário de sol mais forte, entre 10h e 16h

2 – No passeio, leve um bebedouro portátil, que tenha um dispositivo para água, tanto para o bicho beber, quanto para passar no corpo dele. A refrescância diminui a ofegação e abaixa o risco de hipertermia. Dê água sempre que o animal ficar muito ofegante e faça paradas em lugares com sombra.

3 – Passe protetor solar. Espalhe nas pontas das orelhas, no focinho, na barriga e nos cotovelos. Os animais de pelagem mais curta e branca têm mais tendência a ter câncer de pelo e pele.

4 – Em casa, mantenha os ambientes arejados e as janelas abertas (ou o ar- condicionado em uma temperatura agradável. Raças mais peludas sofrem mais com o calor.

5 – Troque o pote com água com maior frequência e coloque água gelada para o bicho.

6 – Borrife água no pelo para refrescar de vez em quando, mesmo em casa.

7 – Não precisa aumentar a quantidade de banhos, mas precisa ter cuidado com a temperatura da água. O ideal é que o banho seja com água morna ou fria, sem temperatura elevada. Na secagem, use a toalha ou o ar frio ao invés do secador quente.

8 - Tose, tose, tose! O melhor é deixar o animal com a pelagem bem curta.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os animais de estimação e a casa


Eles fazem festa quando o dono chega e são uma ótima companhia. Ninguém duvida que ter um animal de estimação é uma delícia, só requer um pouco de dedicação e paciência nos momentos em que ele tem um comportamento inadequado. Confira soluções para maus hábitos, como fazer xixi fora do lugar e arranhar móveis

1 – Urina e fezes fora do lugar
Está aí uma das piores, senão a pior, dor de cabeça de muitos donos. “Cachorro que faz as necessidades fora do lugar é mal-educado”, diz Mauro Lantzman, veterinário especialista em comportamento animal e professor de Psicobiologia da PUC-São Paulo. A saída para esse problema tão comum é fazer com que o animal aprenda com o erro. “Enquanto estiver em casa, deixe o seu cão preso à guia. Vá onde ele for e, ao menor sinal de que ele irá urinar, puxe de leve a coleira, diga um sonoro não e leve-lo até o local certo, onde deverá ter uma folha de jornal com urina. Repita o procedimento até o cão aprender, então acaricie o animal e diga que ele se saiu muito bem.” É preciso paciência, mas o especialista garante que funciona!
Esse tipo de comportamento também pode se tornar comum quando há muitos gatos em casa, já que eles são animais extremamente territorialistas, ou quando as caixas de areia estão em locais inadequados ou em quantidade insuficiente.

2 – Roer e arranhar móveis
Alguém se lembra daquela cena do filme Marley e Eu, quando o labrador desvairado destrói a garagem de seus donos em uma noite de tempestade? “Esse comportamento pode ser gerado pelo estresse, pelo temperamento hiperativo do cão ou simplesmente por não ter o que fazer em um ambiente fechado.” Não existe uma solução concreta para casos assim, pois é uma manifestação complexa que pode estar ligada a muitos fatores, como a genética do animal. “Por isso é tão importante fazer uma pesquisa sobre o comportamento da raça antes de adquirir um animal por impulso.”

Os gatos mantêm o péssimo hábito de arranhar o tapete, as cortinas e o sofá por outro motivo: remover as escamas superficiais mais antigas das unhas, já que elas possuem muitas camadas, e marcar território. A junção de duas atitudes ajuda a sanar – ou não – esse problema: compre um arranhador (faça o objeto ficar mais atraente esfregando um pouco de erva do gato nele) e borrife um spray próprio para afastar o animal de locais proibidos.

Segundo o arquiteto Gilberto Cione, vale, em casos como esse, investir em revestimentos sintéticos ou couro para sofás e fugir de tecidos como algodão, linho e seda nos ambientes aos quais os animais têm acesso livre. “Opte por persianas de madeira com a ripa larga, já que gatos adoram escalar as cortinas”, diz.

3 – Destruidores de jardim
Pare e pense como um animal. Imagine toda aquela terra fofa e divertida do jardim. “Os animais cavam buracos no jardim por um simples motivo: é gostoso!” Entretê-los com brinquedos é uma sugestão, mas o sucesso não é garantido. Melhor seria cercar o jardim e manter a cachorrada longe da horta e das flores. “Os animais sentem prazer em mexer na terra. A solução deve ser avaliada caso a caso”, diz Lantzman.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Viajando com seu amigo!

Crédito: Getty Images

De férias ou a trabalho, em nossas viagens às vezes levamos nosso cachorro. Às vezes, não dá e temos de deixá-lo aos cuidados de alguém. As duas decisões requerem alguns cuidados antes de pôr o pé na estrada ou no avião.

Eu vou, meu cachorro fica. O que fazer para ele ficar seguro e você, tranqüilo(a)?

Tomar a decisão de deixar seu cachorro é sempre muito difícil, porém às vezes é preferível deixá-lo em um local seguro, onde seja bem cuidado, a levá-lo numa viagem longa que possa estressá-lo ou correr o risco de estragar todos os seus planos de viagem. Assim, prefira deixá-lo com alguma pessoa da família, vizinho ou alguém de sua confiança.

Se isso não for possível, procure um hotel para cachorros, mas lembre-se de conhecer as instalações previamente; deve haver espaço suficiente para seu cachorro transitar e tomar sol. Para amenizar o estresse de mudança de ambiente, é aconselhável que você leve sua “caminha”, comida e brinquedos. Não se esqueça também de que esses hotéis exigem que os cachorros a serem hospedados estejam com a vacinação em dia. Alguns hotéis também exigem a aplicação de tratamento preventivo contra pulgas e carrapatos. Lembre-se também de deixar um telefone de contato para o veterinário do canil/hotel, caso ocorra alguma emergências.

Vamos juntos. O que eu preciso saber para viajar com meu cachorro?

Os animais de estimação não enfiam a cabeça em gibis, não ficam perguntando a cada 2 minutos “já estamos chegando?”, nem derramam suco no banco de trás, mas também têm necessidades específicas durante a viagem, de forma que planejar é importante. Essas dicas que a Merial lhe dá podem ajudá-lo a ver se seu cachorro está pronto para ir só até a esquina ou viajar pelo mundo afora.

Antes de viajar

• Primeiro verifique se é permitido o trânsito de cachorros no meio de transporte a ser utilizado.
• Se você está viajando pelo Brasil, como precaução, anote o nome de um veterinário no local de destino.
• Certifique-se com o veterinário de que a carteira de vacinação do seu cachorro está em dia e peça-lhe orientação sobre como tranqüilizar seu cachorro em viagens mais longas e estressantes.
• Familiarize o seu cachorro com a caixa de transporte de forma que ele se sinta em casa e seguro.
• Durante o caminho da viagem, procure locais de parada em que animais são bem-vindos.
• Tente não dar comida para o cachorro por cerca de 6 horas antes da viagem para minimizar as chances de enjôo no carro ou no avião.

O que você precisa levar

Dependendo do tipo de transporte e da duração da viagem, pense em levar o brinquedo predileto do seu cachorro. Convém levar também artigos para limpeza (inclusive pá e sacos plásticos), purificador de ar e limpa-carpete, comida e guloseimas, tigela para água e comida, colher, abridor de lata, artigos para pentear o pêlo, colchão ou cama familiar.

Identificação

Quando você viaja, você usa uma etiqueta na bagagem com seu nome, endereço e dados para contato em caso de extravio, não? Os cachorros também devem usar sempre uma identificação com nome e dados do proprietário para contato. Além disso, é importante que nessa identificação conste que seu cachorro é vacinado contra raiva.

Segurança e conforto no carro

• Verifique se o seu cachorro consegue entrar no carro com segurança. Na euforia de “dar uma voltinha”, cachorros de costas compridas, tais como da raça dachshund, podem se machucar, tentando pular para dentro do carro. É mais seguro você colocá-lo direto no carro.
• Se seu cachorro não está confortável nem costuma andar muito de carro, dê umas voltas perto de casa antes de começar a viagem. Vá a um parque que ele já conhece para que associe o andar de carro com uma experiência agradável.
• Lembre-se de que, como passageiros, os cachorros podem se machucar grave e até fatalmente, mesmo em acidentes com o carro em baixa velocidade. Utilize uma caixa de transporte ou um cinto de segurança próprio para animais. Há vários tipos de cintos para cachorros no mercado.
• Ao estacionar, procure um local com sombra. Não deixe seu cachorro sozinho no carro, mesmo que seja só por alguns minutos. Animais desacompanhados podem ser roubados ou até mesmo entrar em pânico quando se vêem sozinhos em ambientes estranhos. E, nunca deixe seu cachorro no carro sob altas temperaturas; bastam poucos minutos para que o carro fique tão quente, a ponto de causar insolação e desidratação. Temperaturas baixas podem levar à queda da temperatura (hipotermia), principalmente em cachorros muito velhos ou muito novos.
• Nas paradas, reveze com os outros passageiros de forma que seu cachorro fique sempre na companhia de alguém. Abra bem as janelas para deixar entrar ar fresco, mas não muito, senão ele pode sair!

Segurança e conforto no avião

Tome todas as providências com bastante antecedência no caso de viagem com cachorros em avião e confirme-as 24 a 48 horas antes do vôo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através do Serviço de Sanidade Animal, especifica procedimentos para trânsito doméstico e internacional de animais e as companhias aéreas exigem documentação específica sobre a saúde do animal. As companhias aéreas podem permitir que animais pequenos viajem no compartimento de passageiros se a caixa de transporte atender às especificações de bordo, ou então, você pode comprar uma caixa diretamente da empresa aérea. Consulte a companhia aérea para verificar normas e tarifas específicas. Essas informações são fornecidas nos sites das empresas aéreas.

Se seu cachorro estiver viajando como carga, não deixe de colocar uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água. Pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte. Possivelmente você vai ter de despachar seu cachorro na área de frete aéreo do terminal, além de ter de apresentar alguma documentação de saúde. Dê preferência a vôos diretos, ou seja, sem escala.

Parando durante a viagem

Viajar com um animal de estimação deixa a viagem um pouco mais longa. Tente manter as caminhadas e a alimentação que ele está acostumado. Saiba que mesmo cachorros calmos podem se comportar mal em ambientes estranhos. Coloque a coleira no cachorro antes de ele sair do carro e mantenha-o preso pela coleira o tempo todo até voltar para o carro e fechar a porta. Leve também a documentação sobre a saúde do cachorro, inclusive atestado de vacinação anti-rábica. Campings e hotéis que aceitam animais de estimação podem exigir a apresentação desses documentos.

Viagens ao exterior

Em caso de viagem internacional, verifique se seu cachorro atende todas as normas vigentes exigidas pelo Serviço de Sanidade Animal que controla e orienta as atividades da importação e exportação de animais no Brasil. Mais informações podem ser obtidas no site do Serviço de Gestão da Vigilância Agropecuária. Verifique também nas embaixadas ou consulados as exigências específicas de cada país de destino para entrada de cachorros.

domingo, 17 de outubro de 2010

Como evitar ciúmes entre cães?

fonte: Equipe Cão Cidadão

Situação comum: você está acariciando um de seus cachorros e quando outro cão da casa chega você pensa assim: Agora é a vez dele, um pouquinho para cada um! Nada mais justo, não? As coisas não funcionam bem assim…

Na visão do cachorro que estava recebendo carinho, a simples aproximação do outro foi associada a perda de atenção, algo muito valioso para o cão. Então ele pode começar a hostilizar a presença do outro animal.

Mas com uma mudança de atitude muito simples, é possível evitar que essa associação negativa cresça a ponto de o cão que estava recebendo carinho precisar usar de agressividade para afastar o outro. Lembre-se: você tem duas mãos! Então quando o outro cão “pidão” se aproximar, aumente o carinho no primeiro! Assim, a associação se tornará positiva!

Mas se um dos cães já estiver usando de agressividade para afastar o outro, pode ser necessária a ajuda de um profissional, para evitar acidentes! Nesse caso é muito importante trabalhar com segurança e limites claros, tomando cuidado para não aumentar o carinho no momento da agressividade, o que pode fazer o tiro sair pela culatra, pois o cão que estiver agressivo pode achar que foi recompensado por manifestar rosnados, latidos ou mordidas!

Em situações como esta, a agressividade não deve ser tolerada pela pessoa que está acariciando, deve ser repreendida da forma correta e segura com broncas que podem ser desde um : “não!”, até o uso de broncas com barulho como latas com moedas e biribinhas, ou com a ajuda de um spray com água. O tipo de bronca varia muito conforme o tipo de cão e a intensidade da briga.

Se tudo estiver em paz, prossiga com a aproximação pouco a pouco, recompensando os cães quando permanecerem calmos e controlados na presença um do outro.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Pode-se cortar a cauda e as orelhas dos cães?

do R7

Muitas raças são submetidas ao corte da cauda, a caudotomia, e das orelhas. Quando não passam por esse procedimento, podem até serem confundidas com outras raças.

A verdade é que o corte da cauda e das orelhas por motivos estéticos, nada mais é do que uma mutilação. Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, conta que a cauda é uma ‘extensão’ da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, não sendo recomendado o corte.

Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil, proibiu os especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. No entanto, ainda há muitos profissionais que fazem tanto a cirurgia quanto a caudotomia.

De acordo com Marcondes, o profissional pode responder por questões éticas no Conselho de Medicina Veterinária:

  • Se o animal for saudável e o procedimento for somente por questões estéticas, o veterinário não deve realizá-la nem com o termo de consentimento do dono.

Existem casos nos quais há necessidade de amputação por motivos de saúde, como quando o animal morde insistentemente a ponta do rabo, fere com frequência a extremidade ao bater em objetos, causando sangramento, tumores, etc..

Nesses casos poderá ser efetuada a cirurgia inclusive de animais adultos.

Cão com cauda é cão sem pedigree?

Marcondes explica que, embora o padrão de muitas raças recomende o corte, a caudotomia não é obrigatória – podendo um cão com cauda íntegra ter pedigree e participar de exposições.
Alguns proprietários já começam a optar por não fazer a caudotomia em seus animais, reservando um filhote antecipadamente com o criador, e solicitando que o rabo não seja cortado.

Há pessoas que, quando compram seu cão com o rabo curto, acham até que ele já nasceu assim, mas o especialista comenta que são raros os casos de animais que nascem com a cauda bem curta ou ausência dela.

Marcondes afirma também que, após as proibições destas cirurgias estéticas, começaram a aparecer vários animais com cauda longa e orelhas sem corte. Isso leva as pessoas a se acostumarem com um novo padrão estético.

Devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do direito que os cães têm de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Saiba quais são as doenças oftalmológicas que podem cegar seu animal

Notícia do R7

Coceira, fotofobia (sensibilidade a luz), secreção, aumento do volume ocular, olhos vermelhos e lacrimejando são os principais sinais de que seu bichinho de estimação esteja com alguma doença nos olhos.

Segundo Angélica Safatle, veterinária do serviço de oftalmologia veterinária da USP, as doenças oftalmológicas são muito comuns em cachorros e gatos e devem ser tratadas rapidamente por um especialista.


O olho é uma estrutura muito pequena e tem uma função muito importante. Se o dono demorar para levar o animal ao veterinário especializado em oftalmologia e não for feito um diagnóstico preciso, há grandes chances desse bicho ficar perder a visão. O mais recomendado é não tentar tratar seu animal em casa.

As principais doenças oftalmológicas nos pets são: ceratite, uveíte, glaucoma e catarata. Segundo a veterinária, o diagnóstico dessas patologias são feitas por dilatação das pupilas, medição da pressão intra ocular, corante para fazer contraste e detectar alguma úlcera na córnea.

Doenças
A ceratite é uma doença na córnea que pode aparecer por causa de uma infecção ou uma batida e o animal sente muita dor. Existem dois tipos de ceratites, a ceratite ulcerativa (com feridas) e a ceratite não ulcerativa (sem feridas). Essa doença é muito comum em cães e gatos e o tratamento depende da causa, podendo ser tratada com anti-inflamatório ou antibiótico, por colírio ou via oral.

A uveíte é a inflamação da íris dos olhos e geralmente é acompanhada de doenças no corpo do animal, como por exemplo a hemoparasitose, um parasita que destrói as células sanguineas provocando anemia ou também um tumor. Essa donça pode ser originada por uma infecção, um trauma ou por intoxicação.

O glaucoma é uma doença que provoca o aumento da pressão ocular. Essa doença em cães é muito agressiva e o tratamento deve ser feito com urgência. Quanto mais rápido for diagnosticada a doença, maiores são as chances de evitar a cegueira. O tratamento do glaucoma é feito por medicação ou cirurgia, para tentar diminuir a pressão dos olhos.

A catarata é a opacidade da lente ocular esse caracteriza pela mancha branca nos olhos e na maioria das vezes é uma doença hereditária ou causada por diabetes e traumas. Como é considerada a doença mais grave, dentre as oftalmológicas, o único tratamento é a cirurgia para a retirada da mancha branca.

Agora que você já sabe como cada doença se manifesta e quais são os tratamentos, o mais indicado é corrrer com o seu bichinho ao veterinário especializado se qualquer um desses sintomas aparecer.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Saiba como identificar a otite canina

Do R7
O tratamento da doença varia de acordo com o agente causador
Se o seu cachorro está com muita coceira nas orelhas, dor, um cheiro desagradável e forte nessa região e apresentando secreção, saiba que o seu animal pode estar com otite canina, umas das doenças inflamatórias mais comuns em cães. Nos casos mais graves e avançados da doença, o animal apresenta um quadro de desequilíbrio e alterações de comportamento, como andar em círculos, por exemplo.

A otite canina é a inflamação do conduto auditivo e os agentes causadores da doença devem ser identificados rapidamente para que o cão tenha o tratamento adequado, como explica Andrea Bonates, veterinária formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

- Depois de perceber os sintomas, o dono deve levar o cachorro imediatamente ao veterinário.

O ideal é identificar a causa dessa inflamação através do exame clínico e fazer exames complementares como o de secreção para saber que tipo de microorganismo atingiu o conduto auditivo, exame citológico para saber se a causa é por uma bactéria ou fungo e o exame parasitológico, para saber se o causador é um parasita. Depois de descobrir qual é o agente causador da otite é que o veterinário vai entrar com a medicação específica, para começar o tratamento.

Segundo a veterinária, o tratamento é feito com antibióticos, antiinflamatórios, antifúngicos e, se a causa da otite for sarna, deve-se entrar com remédios que tenham parasiticidas. Caso o animal esteja com excesso de cera, o ideal é diluir a cera e depois limpar adequadamente as orelhas do cão para iniciar o tratamento. 

Andrea explica que existem algumas condições e fatores que predispõem o aparecimento da doença.

- Cães com orelhas pendulares (caídas) diminuem a ventilação e aumentam a umidade tornando o conduto auditivo um local ideal para o desenvolvimento de bactérias, fungos e sarnas. Dobras cutâneas na orelhas, excesso de pelo e cera no ouvido e até mesmo a higienização mal feita das orelhas, além de tumores no conduto são fatores que diminuem a defesa imunológica surgindo a otite canina.

Para prevenir a otite canina o dono deve tomar algumas precauções fáceis como, por exemplo, limpar a parte exterior das orelhas do animal de forma leve, proteger as orelhas com algodão toda vez que o cão tomar banho e não retirar toda a cera dos ouvidos do animal porque ela serve como proteção.

A veterinária alerta que se o cachorro já estiver com a doença, o ideal é tratar o animal rapidamente e de forma correta de acordo com o diagnóstico, caso contrário, o quadro pode evoluir.

- Se a otite se tornar mais grave e profunda o cachorro pode ter perfuração de tímpano e ficar surdo.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Correr com cães traz benefícios para dono e animal

Do R7
Antes de começar a corrida, leve seu cão para fazer uma bateria de exames
Muitas pessoas que correm ou fazem cooper, que é a corrida num ritmo mais moderado, costumam levar o cachorro como acompanhante durante a atividade física. Será que essa prática faz bem para o animal?

Segundo Lineu Rodrigues Padovese, veterinário formado pela Universidade de São Paulo (a USP), fazer exercícios físicos e correr com o cão traz uma série de benefícios – tanto para o homem quanto para o pet. No entanto, o dono deve seguir algumas recomendações antes de começar a corrida.

- Andar de forma mais acelerada e correr com o cachorro é muito benéfico, mas existem alguns cuidados antes de começar essa prática. Assim como o dono, o cão deve fazer uma bateria de exames para saber se não possui nenhum problema de saúde e se tem condições físicas para correr. A corrida serve como antistress, ajuda a manter a saúde, combate o sedentarismo e libera a energia acumulada do dois. Sem contar a aproximação que dono e cão sentem durante a corrida.
A apresentadora de TV Luisa Mell e seus labradores na capa de uma revista esportiva
Contudo, antes de adquirir seu cão, tenha em mente se você quer um bichinho apenas para fazer companhia ou se pretende fazer cooper ou corrida com esse animal. Isso para que você possa escolher uma raça que atenda às suas expectativas.

- A pessoa deve comprar um cão adequado ao seu estilo de vida. Existem raças que têm mais preparo físico, são mais ativas e vão conseguir acompanhar os donos na corrida. Esse é o caso do border collie (extremamente ativo), golden retriever, labrador e pastor alemão. O desempenho do cão depende muito da raça e da idade do animal. Não é ideal correr com raças de pequeno porte, que em geral são melhores para companhia, como o lhasa apso, shi tsu e chiuaua. Veja bem, isso não quer dizer que esses cães não vão praticar atividades físicas, só que não são ideais para a corrida.

Padovese alerta ainda que antes da corrida o animal deve ser alimentado com ração de boa qualidade e durante o percurso o dono deve oferecer água a ele. Para os cães que já têm algum condicionamento, a corrida deve ser de, no máximo, cinco quilômetros. A duração não pode passar de meia hora.

Agora, se seu cãozinho é iniciante, o ideal é começar a fazer apenas uma caminhada mais intensa com ele. Só depois dá para correr pequenas distãncias. O aumento no percurso deve ser progressivo.


Experiência

O publicitário Ricardo Santos conhece bem os benefícios de correr ao lado de um cão. Ele e Bruna, uma golden retriever de dez anos, se divertem bastante entre uma corrida e outra.

- Eu comecei a correr com a Bruna esse ano. Como treino às terças, quintas e sábados, complemento a atividade aos domingos correndo com ela. Não dá para fazer treinos longos porque ela já tem idade, mas ela curte muito e eu acho o maior barato. É muito saudável. Se você consegue unir o passeio do cachorro com a sua atividade física, isso é perfeito!

sábado, 25 de setembro de 2010

Cachorro anda de patinete durante o Festival de Cannes

Notícia do R7

Da raça pinscher, o animal divertiu o público que compareceu ao terceiro dia do evento.
Nesta sexta-feira (14), terceiro dia do Festival de Cannes, um cachorro da raça pinscher foi colocado em cima de um patinete e, puxado por alguém, passeou pelos arredores do evento na Riviera Francesa. Usando um pequeno chapéu vermelho e, com uma bexiga presa ao guidão do brinquedo com a palavra festival escrita, o cãozinho animou os passantes que compareceram à grande festa cinematográfica (Foto por: Getty Images)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Donos tatuam seus cães por medida de segurança em Lima

Notícia do G1
Animais peruanos ganham número de identidade de donos na orelha. Medida facilita reencontrar cachorros perdidos ou furtados na capital.
Dono 'prepara' cão que vai ser tatuado nesta terça-feira (18) em posto da prefeitura de Lima, capital do Peru.
Os cães recebem na orelha o número da carteira de identidade de seus donos.
O objetivo é facilitar a identificação caso eles fujam, percam-se ou sejam roubados.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Spa para cães de Los Angeles oferece até aulas de natação

Notícia do G1
Um spa canino de Los Angeles, na Califórnia (EUA), oferece até aulas de natação para cães. Segundo o site do “K9s Only”, cada aula de natação custa US$ 40 (cerca de R$ 71). Mas, se o cliente optar por um pacote de cinco aulas, o valor fica em US$ 112,5 (R$ 201,5). O spa também conta com esteira para cães -a aula sai por US$ 25- e outras atividades.
Cão pequinês faz aula de natação em spa em Los Angeles. (Foto: Damian Dovarganes/AP)
 

Meu Cãozinho © 2009.