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domingo, 9 de outubro de 2011


Um filhote de tigre rejeitado pela mãe foi adotado por uma cadela na região de Omsk, na Rússia.

May é o primeiro filhote de tigre a nascer na região. Segundo os criadores do zoológico de Bosherechye, May teve que ser separada da mãe porque a tigreza não tinha instinto maternal e poderia ferir o filhote.

May foi então adotada pela cadela Juchka, que havia dado à luz recentemente e foi levada, junto com seus filhotes, ao zoológico para tomar conta do pequeno tigre.

Mas, segundo os criadores, May ficará maior do que sua mãe adotiva em três semanas e terá que ser separada de sua nova família.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Governo oferece grana por cocô de cachorro


A cidade de Taichung, em Taiwan, lançou um programa bem original para acabar com a sujeira dos cachorros em calçadas e parques. Todo cidadão que recolher as fezes do seu e de outros donos de cães poderá levá-las num saquinho, ou num sacão, até a prefeitura para receber uma grana em troca. Cada quilo de cocô vale US$ 3.

O site do Conselho Municipal de Meio Ambiente postou a seguinte mensagem: “Esperamos que os esforços da população acabem com a sujeira da cidade de maneira espontânea ou com a troca de seus saquinhos de limpeza por dinheiro.” Um milhão de pessoas moram na cidade – e estima-se que existam 100 mil cãezinhos de estimação.

O projeto de limpar o cocô começa a valer a partir da semana que vem. “Não tínhamos outra alternativa, já que aumentou o número de animais de estimação e a população não tem colaborado com a limpeza na cidade” disse Wan Wen-ge, engenheiro que faz parte do Conselho de Meio Ambiente.

domingo, 5 de junho de 2011

Australiano morde cão agressor para salvar animal de estimação de ataque


Após um cão da raça ridgeback atacar o cãozinho “Buddy”, de dois anos de idade, em Collendina Beach, na Austrália, o australiano Phillip Lane mordeu o cachorro agressor para salvar seu animal de estimação , segundo reportagem do jornal “Courier Mail”.

Lane e sua mulher Linda estavam passeando com “Buddy” na última segunda-feira pela praia, quando um cão grande marrom atacou seu pequeno cachorro de estimação, cravando as presas no pescoço de “Buddy”, uma mistura das raças jack russell e beagle.

Sem conseguir soltar seu animal de estimação e temendo que ele pudesse morrer, Lane decidiu tomar uma medida drástica e mordeu a orelha do cão agressor. A mordida surpreendeu o ridgeback, que largou “Buddy”.

O dono do ridgeback só apareceu depois do ataque. “Ele estava deitado na areia e só chegou quando ouviu a minha mulher gritando”, disse Lane, que reclamou da aparente indiferença do proprietário em relação ao ataque.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Porquinho treina junto com cães na Austrália

A exemplo do ocorre no filme “Babe, o Porquinho Atrapalhado”, uma leitoa de três meses está sendo treinada com cães em uma cidade na Austrália. Gidget pertencia à Associação de Cães da Austrália, em Mareeba, no nordeste do país, onde faz parte dos treinamentos de um grupo de dez cães. Ela foi comprada pelo casal Sarah e Lester Plowman, para ser dado como presente ao filho Augustine.


Para Sarah, Gidget “acha que é um cachorro”. “Mas ela tem um cheiro diferente e solta grunhidos em vez de latir”, disse ela. A treinadora, Liz Oeham, disse que sempre quis treinar um porco. Ela acredita ainda que o animal pode ajudar a ensinar cães a se concentrarem e ignorarem distrações.

Segundo Liz, porcos já foram usados no treinamento de outros animais, mas na Austrália essa seria a primeira vez que um leitão treinou com tantos cães. Gidget entende que há tempo de descanso e hora de brincar, e se comporta diferente quando tem que treinar com os cães, explica Sarah.

O porquinho gosta de comer melão, grãos e leite. Ele divide a casa e a atenção dos donos com uma égua, um pônei, um galo e um cabrito.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Cachorro salva a vida de criança húngura

Da EFE
Um cachorro da raça Santo Humberto (Bloodhound) salvou na noite de ontem uma criança que tinha se perdido perto de uma estação de trem na Hungria, informou hoje a agência de notícias húngara “MTI”.

Ontem de manhã, a mãe do menor notificou o sumiço do filho na estação de trens da localidade de Barand, na província de Hajdu-Bihar. Depois de dez horas de buscas, as unidades especiais de resgate do Centro de Saúde de Debrecen encontraram o menino graças à ajuda do cachorro, que rastreou as pegadas do garoto. Barand fica na Grande Planície húngara, perto do parque nacional de Hortobagy, onde são registradas temperaturas extremamente baixas no inverno

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Militar resgata filhote de cão chutado como bola no Afeganistão


Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand.

Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria. Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo.

A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver.

Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cachorrinha surda aprende a linguagem dos sinais


Alice, uma cadela surda de apenas três meses, está aprendendo a linguagem dos sinais para entender os donos. Ela já obedece a comandos como “sente”, “venha” e “role”. A cachorrinha foi abandonada quando tinha só oito semanas, na Irlanda, depois que o antigo dono descobriu que ela não podia ouvir. Alice foi levada para um abrigo, mas ficou lá por pouco tempo, apesar das preocupações de que ninguém iria querer uma cadela surda. Quando o casal Marie Williams, de 41 anos, e Mark Morgan, 43, chegou ao local, foi amor à primeira vista.

- Ela era tão linda e o fato de ela ser surda só fez com que nos apaixonássemos ainda mais. Sabíamos que ela se encaixaria direitinho na nossa família. Sinto muita raiva por alguém tê-la abandonado só porque ela não era “perfeita”. Ela já aprendeu os sinais de vários comandos básicos - disse Marie ao site do jornal “The Sun”.
Alice foi adotada e em pouco tempo se adaptou à rotina na casa de Marie e Mark e de seus três filhos, que vivem em Essex, na Inglaterra.

- Alice é a prova de que com um pouco de tempo e esforço, um cão surdo pode ser treinado se tornar um animal de estimação maravilhoso - disse Julie Stone, gerente do abrigo de animais “The Blue Cross”.

Do Extra

terça-feira, 12 de abril de 2011

Após ficar 1 ano perdida no Afeganistão, cadela recebe medalha

Uma cadela labrador foi condecorada nesta terça-feira, na Austrália, por seus serviços como farejadora de bombas no Afeganistão. Sarbi, 9 anos, recebeu a Cruz Roxa da RSPCA ("Sociedade Real para Prevenção da Crueldade contra Animais", em inglês) no Memorial de Guerra Australiano, em Canberra.

Enquanto estava no Afeganistão, Serbi desapareceu, em setembro de 2008, após uma batalha entre as forças de coalizão e o Talibã, segundo o jornal The Daily Telegraph. No combate, nove soldados australianos ficaram feridos, inclusive seu adestrador, identificado apenas como sargento D. Serbi foi encontrada 13 meses depois, e se reuniu novamente com seu dono.

O chefe do exército, tenente-general Ken Gillespie, disse que estava muito orgulhoso do "profissional e dedicado trabalho de nossos engenheiros de combate e adestradores de cães, e o papel vital que eles desempenham ao manter nossos soldados vivos". "Estou encantado que a RSPCA tenha escolhido Serbi, e, por extensão, todos os cães que trabalham para o exército e seus adestradores", afirmou.

"Não há dúvida de que Serbi mostrou uma incrível resistência e força que deve ser reconhecida", afirmou a presidente nacional da RSPCA, Lynne Bradshaw. Como o sargento D. não pôde se identificar, Serbi foi acompanhada na cerimônia pelo cabo Adam Exelby, instrutor na Escola de Engenharia Militar em Sydney.

Sarbi foi o nono cão a receber o reconhecimento da instituição. Antes, ela já havia sido reconhecida por seus esforços com uma medalha. A cerimônia foi assistida por alguns dos mais altos militares da cidade, além de 100 crianças de escolas primárias.
Do: Terra

sábado, 9 de abril de 2011

Cão Guia que ficou cego tem seu próprio Cão Guia...


O cão Edward trabalhava como cão-guia há oito anos, quando precisou ter os olhos removidos após desenvolver catarata, o que deixou seu dono, o cego Graham Waspe, de 60 anos, muito triste. Mas logo o inglês ganhou Opal, de 2 anos, para ajudar não só a ele como também a Edward.

- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.

- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.

Por Maíra Amorim - Extra.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cachorro volta a abrir a boca após maus-tratos

Cão foi encontrado em estado grave e só conseguia abrir a boca por quatro milímetros

Zippy, um Golden Terrier, já pode voltar a sorrir. Depois de sofrer nas mãos de seu antigo dono, com apenas dois meses de vida, e ter as mandíbulas quebradas, o cão quase morreu de fome por não conseguir abrir a boca. Agora, com dez meses e depois de passar por uma cirurgia para correção do problema, o cão já pode voltar a latir, informou o jornal britânico Daily Mail. De acordo com Diane Mclelland, gerente do centro de realojamento onde Zippy está hospedado, o próximo passo é aguardar alguém que queira adotar o cãozinho.

Do Petmag-UOL

sábado, 5 de março de 2011

Cão que passa roupa é destaque em show de talentos

Um competição que começa neste sábado em Birmingham escolherá o animal de estimação mais talentoso da Grã-Bretanha.

Cão passa roupa em evento (Foto: Reprodução/BBC)

Entre os concorrentes do Ultimate Pet Show estarão vários tipos de animais de estimação, desde os tradicionais cães e gatos, passando por cavalos, coelhos e ratos, até repteis. Os organizadores do festival anunciaram que entre os inscritos estão uma cadela da raça pastor alemão que passa roupas, coelhos que saltam obstáculos, cães que dançam, gatos que tocam piano e um cavalo que canta.

Os animais serão avaliados até 4 de maio. Os talentos de cada animal será julgado por uma comissão formada porespecialistas do setor, estudiosos do comportamento animal eapresentadores de programas sobre animais de estimação. O vencedor ira receber 250 libras de prêmio (R$ 814) e uma sessão de fotos com um fotógrafo especializado, além de uma câmera digital.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

“Eu converso com cachorros”

Revista Época São Paulo

SOU DE SEBASTIÃO LARANJEIRAS, na Bahia. Eu queria ter um cachorro desde os 14 anos, quando trabalhava na roça com meu pai. Aos 17, resolvi me aventurar em São Paulo, sem dinheiro no bolso. Meu cunhado, que já morava aqui, montou uma pet shop e me chamou para trabalhar como tosador.

NASCI PARA TRABALHAR COM ANIMAIS. Já tentei até ser motoboy, mas não era minha praia. Comecei na periferia, ganhando pouquinho, e cheguei aonde estou, em uma pet shop de luxo, há cinco anos. O tosador não ganha mal, dá para sobreviver. Tenho carro, moto, meu terreno, mas também fiz bico durante três anos, entregando pizza.

A MAIORIA DOS CÃES FICAM AGITADOS NA TOSA. É preciso lidar com o temperamento deles. Eu converso, trato como se fossem meus filhos. O maior cão que eu já tosei era da raça kuvasz, tinha uns 60 quilos. O menor era um maltês, com 900 gramas. Também já pintei cachorro de rosa, azul e laranja. Ficam bonitos, com um visual legal para festas de criança.

UMA CLIENTE JÁ PEDIU PARA EU FAZER moicano num schnauzer, da ponta da cabeça até o rabinho. Ficou muito estranho. Os donos homens são mais simples. As madames gostam mais de frescura. Tenho problema mesmo quando aparece um casal. Aí eu tenho que agradar aos dois. Invento alguma coisa para não ter briga na casa dos outros.

GOSTARIA MUITO DE SER VETERINÁRIO. Mas agora não posso fazer faculdade. Tenho meu próprio canil. É impossível trabalhar, cuidar de nove cães e estudar. Sou noivo há sete anos. Talvez me case até o final do ano. Ela não tem problema algum com meus cachorros, e fala de brincadeira que eu cuido melhor deles do que dela mesma.

TUDO O QUE EU CONSEGUI EM SÃO PAULO foi por causa dos cães. Tenho muito carinho pelos animais, que dependem da gente. As pessoas podem se virar. Chego em casa e não tenho descanso, já que tenho que cuidar dos meus cachorros. Pelo menos eu nunca me sinto só com eles. Difícil vai ser me acostumar a morar com uma pessoa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cachorro faz compras sozinho

Do Jornal O Globo


O nome dele é Deng Deng. E é muito esperto. O cachorro foi treinado para fazer compras para o dono, Zhang Tiegang, que mora na cidade de Changsha (China).

Apesar de o chinês ter 32 anos e ser saudável, é Deng Deng quem traz comida para casa. Na ida, o cão leva uma lista e dinheiro. Na volta, traz verduras e frutas em duas bolsas.

Zhang garante que o cachorro fica muito feliz com a tarefa.

“Ele ama trazer coisas”, afirmou, segundo reportagem do “Metro”.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Rio terá três novos ‘ParCães’ na Zona Sul

A Secretaria municipal do Meio Ambiente do Rio vai instalar três parques exclusivos para cachorros na Zona Sul do Rio. A medida visa diminuir o nível considerado alto de coliformes fecais encontrado na areia em trechos da orla. O modelo do chamado “parCão” é o mesmo do que já existe na Lagoa, também Zona Sul carioca.

A secretaria informou que os parques serão instalados no Arpoador, Ipanema e Leblon, locais onde mais são vistos cães na areia. 

A prefeitura publicou no Diário Oficial do dia 22 um relatório com a situação das areias da orla carioca. O boletim mapeia a sujeira em 35 praias e aponta como principais vilões da limpeza as fezes de cachorro e restos de comida.


Uma das praias preferidas pelos cariocas, Ipanema continua não recomendada nos trechos do Arpoador e na altura da Rua Maria Quitéria, com taxas de coliformes totais acima 30 mil por 100 g. Já na altura da Praia do Diabo, a areia encontra-se, segundo a prefeitura, boa, com coliformes entre 10 e 20 mil / 100g.

O proejto ”parCão” está sendo estudado por um grupo formado por técnicos da secretaria e da Fundação Parques e Jardins. O grupo se reúne semanalmente para discutir todas as medidas que precisam ser tomadas para a instalação dos parques, e decidir quais serão os locais, dimensões e horário de funcionamento. 

As amostras para as análises do boletim de avaliação das areias foram colhidas entre os dias 24 de janeiro a 8 de fevereiro. A coleta foi feita antes das 9h, em trecho não banhado pela água, e analisada por laboratório que presta serviços à prefeitura.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cão luta com coiote para proteger os donos e leva prêmio

Notícia do G1


Fox terrier 'Ronnie' foi escolhido o cão herói de 2009. (Foto: Reprodução)

O fox terrier “Ronnie” foi escolhido o cão herói de 2009 por uma organização de proteção de animais de Los Angeles, nos EUA, porque lutou com um coiote para proteger seus proprietários, segundo reportagem da emissora de TV “KTLA”.

Segundo a Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais de Los Angeles, o cachorro enfrentou o coiote no dia 1º de agosto do ano passado, quando o animal selvagem invadiu o quintal da casa de Eric e Janis Christensen.

No momento do incidente, o casal estava no quintal, e “Ronnie” se colocou na frente de seus donos e conseguiu expulsar o coiote. A reação do cão surpreendeu os donos. Segundo Janis, “Ronnie” sempre foi muito tímido.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Mulher salva cachorros de incêndio, mas esquece o neto

fonte: O Globo
O que salvar primeiro em um incêndio: os cachorros ou o neto dormindo? Mandy Hands, de 45 anos, optou pela primeira opção. Quando as chamas se espalharam pela casa, em Coventry (Inglaterra), a mulher correu para salvar os quatro animais de estimação – da raça greyhound – e esqueceu o neto no andar de cima.

Por sorte, os bombeiros entraram na casa, pela janela do quarto, e salvaram o menino, que não ficou ferido.

O neto, que mora em Portsmouth, estava visitando a casa da avó. Terá sido a última visita?
“Eu entrei em pânico e acabei esquecendo que ele estava aqui”, disse a envergonhada inglesa ao “Coventry Telegraph”.

domingo, 4 de abril de 2010

Cães usam até crachá em visita a pacientes de hospital

fonte: Jornal O Globo
Hospital Paulistano tem projeto que utiliza animais para melhorar o desempenho do paciente. O cachorro Nick faz visitas aos doentes. Foto: Anderson Prado/Diário de S. Paulo
SÃO PAULO - Basta ele colocar as patas no Hospital Paulistano, na região central da capital , para que todos larguem o que estavam fazendo. Eram 15h de quinta-feira quando o cão desfilou pelo corredor, com a língua de fora e o crachá com sua foto orgulhosamente pendurado no peito. Não demorou para que se formasse uma aglomeração. Uma enfermeira saiu de trás do balcão, puxou o celular do bolso e se aproximou, disputando espaço com os curiosos. Mesmo com um certo ar de constrangimento, ela não resistiu ao desejo: “Posso tirar uma foto dele?”

A presença do cão Nick, de 2 anos e 10 meses, da raça golden retriever, transformou o ambiente. Ele faz parte da ONG Amicão e Cãopanheiro, que visita instituições de saúde para ajudar no tratamento dos pacientes. Era a “estréia” de Nick depois do adestramento para ser “voluntário” da ONG. Com a carteira de vacinação em dia, ele ainda passou por um processo de higienização antes da visita.

Com pressão alta, a funcionária pública Agueda Machado completou 39 anos. O gosto azedo de passar um aniversário num hospital foi amenizado pela chegada do cão, que entrou no seu quarto junto com um coro de “Parabéns a Você”.

O mecânico Ingo Shoen, de 51 anos, também abriu um largo sorriso ao ver Nick entrando pela porta. Por alguns minutos, ele esqueceu da infecção decorrente de uma cirurgia na coluna, há dois meses.
O cão traz alegria. É como se o paciente se sentisse com um pé fora do hospital – diz o médico Fernando Seixas.

A aposentada Iracy Gomide Ortiz Monteiro, de 91 anos, está internada há quase dois anos. Ela respira com aparelhos e tem diabetes e hipertensão. Parte de sua história foi fixada na parede do quarto: numa das fotos, Iracy está no sofá de casa com um cão no colo. O gosto por cães fez com que sua filha, a advogada Vera Ortiz, pedisse a inclusão do quarto da mãe nas visitas de Nick.
A mamãe se comunica com os olhos. Mostra interesse quando vê algo diferente – diz.

Bruna Dias, de 19 anos, também tem dificuldades para se comunicar. Ela é portadora da Síndrome de Rett, anomalia genética que a impede de falar e caminhar. Bastou que o cão entrasse no seu quarto para que o seu astral mudasse. Sentada na cama, ela aproximou o corpo de Nick e deixou que ele a lambesse.

ONG conta com 11 ‘voluntários’

A ONG Amicão e Cãopanheiro conta com uma equipe composta por 11 cães. Entre eles, um pastor alemão aposentado da Polícia Militar. A organização faz visitas regulares a locais como o Hospital São Paulo, o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), o Hospital Santa Bárbara e o Hospital Paulistano.

Mas o começo foi quase ocasional. Em 2004, as irmãs Angela Borges, de 49 anos, e Luci Lafusa, de 53, assistiram a um documentário na TV que mostrava o trabalho feito por “cães voluntários” em hospitais. Ali despertava a idéia para a criação da ONG. O cachorro Joe Spencer, que pertence às irmãs, foi o primeiro animal da organização. Assim como Nick, ele é da raça golden retriever.

Desde então, as irmãs passaram a colecionar histórias de afeto entre cães e pacientes. Algumas delas serão relatadas num livro, que está sendo escrito por Luci. Há casos como o de uma menina que tinha feito uma cirurgia nos olhos e só decidiu abri-los depois que a enfermeira anunciou a chegada do cão. Ou o de uma paciente operada que se levantou da cama após uma visita do animal.

Uma das histórias que mais emocionam as idealizadoras da ONG é a de uma visita no setor de pediatria, em que o cachorro se aproximou de uma menina que costumava esconder o rosto, envergonhada por causa de uma deformação.
Ela estava toda encolhida, e aí abriu um sorriso. O nosso trabalho é quebrar essa rotina de doença e levar amor para as pessoas – afirma Angela.

Pioneiro

Sérgio Mendes, de 71 anos, foi um dos precursores no tratamento de doentes com auxílio de cães no país. Em 2001, ele levou um cachorro pela primeira vez ao Hospital Universitário da USP. Economista aposentado há 13 anos, aprendeu a adestrar cachorros como uma forma de preencher os dias. Para isso, fez estágio de três meses num acampamento de lobos nos EUA para entender as raízes do comportamento canino. Ao voltar ao Brasil, Mendes estava decidido a ajudar os doentes.
Tive a idéia tomando café com um especialista no assunto, durante o meu estágio nos EUA. Esse tipo de tratamento faz uma diferença na vida das pessoas – explica.

Parte das recordações dos sete anos de terapia com cães encontra-se dentro de uma carteira, onde Mendes guarda os crachás usados pelos cachorros nos hospitais. Outra parte das lembranças está registrada no livro “Cachorro também é remédio”, que ainda não foi lançado por falta de recursos.

No apartamento, onde mora sozinho, nos Jardins, Mendes treina atualmente a cadela Paçoca, de 10 meses, e sem pedigree. Vira-lata, ela foi adotada pelo aposentado no Centro de Controle de Zoonoses de Ubatuba, entre mais de 400 cães, com um destino traçado: alegrar a vida de pacientes internados.

sábado, 13 de março de 2010

Donos de bichos de estimação aderem a “onda verde”

Da Reuters
NOVA YORK (Reuters Life!) – Os donos dos animais de estimação também podem ser ecologicamente corretos, seja com rações orgânicas, brinquedos ecológicos, coleiras de bambu ou cânhamo ou camas fabricadas com material reciclável.

Ainda é possível encontrar coleiras de diamantes ou de pele de cobra por 3 mil dólares, personal trainers para os animais mais atarracados e suítes em hotéis para cachorros, mas cada vez mais os amantes dos animais trocam o luxo excessivo pelo pensamento verde.

“No último ano e meio temos visto mais do que nunca os produtos ecológicos”, disse Charlotte Reed, especialista em produtos para animais de estimação baseada em Nova York. “Mais pessoas estão se voltando para essa direção.”

E elas estão percebendo que o cachorro ou o gato delas pode ajudar a reduzir a pegada de carbono.

“Observamos mais produtos que farão o seu cachorro saudável, produtos naturais e bons para o pelo e para o bem-estar dele ou dela”, disse Reed.

Stephanie Volo, do Planet Dog, com sede no Maine, fornece brinquedos recicláveis e produtos para os bichos de estimação fabricados com materiais sustentáveis há mais de uma década. Ela está convencida de que agora os donos dos animais estão mais preocupados com o ambiente e mostram isso através do tipo de produtos que compram.

“Observamos uma demanda crescente por produtos que são bons para você, para o seu cachorro e para a Terra”, explicou ela. “Definitivamente, é uma tendência.”

Os bichinhos, no entanto, não precisam sacrificar o estilo para serem ecologicamente corretos. Além de os produtos para enfeites portarem etiquetas orgânicas, havia uma série de roupas estilosas numa feira de produtos para animais de estimação em Nova York.

Se uma coleira de cachorro normal não for o suficiente, a Weizhi Inc, de Los Angeles, tem muitas variedades de coleiras de prata ou ouro 18 quilates. Uma coleira de prata e sua corrente, por exemplo, saía por 30 mil dólares.

“Esta é para as pessoas que buscam por algo exclusivo”, disse Yoko Okuaki, gerente da empresa.

Também não faltavam casacos de inverno e suéteres confortáveis, fantasias de Halloween e vestidos de festas para todas as ocasiões para os cachorros fashion.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Militar resgata filhote de cão chutado como bola no Afeganistão

Da BBC

Um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida foi resgatado por uma militar britânica no Afeganistão que o viu ser chutado como uma bola de futebol por um grupo de crianças.

Segundo a médica Sarah Marriott, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou (Foto: Nowzad Dogs/BBC )
Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand.

Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria. Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo.

A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver.

Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.

Transporte
Após seis meses de tratamento, ela conseguiu que a organização de proteção dos animais Nowzad Dogs o transportasse de avião para a Grã-Bretanha.
Reorg se recuperou com uma dieta de mingau de aveia e apresuntado (Foto: Nowzad Dogs/BBC)
O filhote foi batizado de Reorg, que é um jargão militar para descrever uma sessão de análise de uma operação após sua execução.

Reorg foi levado à Grã-Bretanha no compartimento de carga de um avião, ao custo de 3.500 libras (cerca de R$ 9.600) e está em quarentena em um canil na região de Devon, no oeste do país.

Assim que o cachorro for liberado da quarentena, Marriott pretende entregá-lo a parentes para que cuidem dele.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cadela adota filhote de jaguatirica

Uma cadela adotou um filhote de jaguatirica, encontrado na última quinta-feira, no canavial da fazenda Aroeira do Salto, no município de Lucélia, 586 km de São Paulo.

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A cadela de um ano, chamada de Holly, adotou o pequeno animal e passou a amamentá-lo com o leite que deveria ir para sua primeira cria, três filhotes nascidos mortos há 15 dias.

Não demorou para Holly se aproximar do filhote. “Foi amor à primeira vista. Acho que ela substituiu os cãezinhos nascidos mortos”, conta Benta Alves de Souza, 42 anos, mulher do encarregado da fazenda. Ela passou a chamar a jaguatirica de Nina, apelido que mudou para Nino, depois que descobriu ser um macho.

“Já no primeiro dia, Nino passou a mamar na Holly”, conta Benta. “Essa oncinha é tudo na vida dela. Agora ela está mais alegre, mais calma e brincalhona”, emenda o marido Arnaldo de Souza, 38 anos, que encontrou o exemplar. Não é para menos, Holy fecha os olhos enquanto Nino mama em suas tetas e luta para ficar agarrado à barriga da cadela. Vez ou outra, Holly lambe Nino que, depois de mamar, se deita debaixo do pescoço da cadela, que volta a adormecer.

“Eu estava levando óleo para a colheitadeira e quando percebi, de cima do trator, esse bichinho estava ali, no pé do canavial”, contou Arnaldo. “Fiquei com medo; primeiro olhei se a mãe não estava por perto, depois o peguei e o trouxe para casa. Afinal, se eu o deixasse ali, certamente ele iria morrer”.

Mas Holly está ficando sem leite, por isso, Benta decidiu amamentar a oncinha com leite de vaca. “É só um suplemento”, ela avisa. Mas nem mesmo assim, Holly dá sossego. Enquanto Benta dá de mamar para Nino, a cadela fica ao lado; observa e tenta lamber o filhote adotado.

Segundo Arnaldo, o casal deverá fazer um contato nesta terça-feira com um zoológico ou Polícia Ambiental para entregar o filhote de Jaguatirica, mas, preocupado com a possível volta da solidão de Holly, encomendou dois filhotes de cachorrinhos para quando Nino for embora. “Vai amenizar a tristeza dela”, contam Benta e Arnaldo.

“Acho que esse filhote ficou porque a mãe devia estar para parir e não teve tempo. Deve ter levado alguns filhotes e este se perdeu, ou a mãe não teve tempo de vir buscá-lo”, disse. “Até pensei em deixá-lo lá por algum tempo, lá no canavial, e me esconder, mas tive medo dele não agüentar e morrer”.

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O casal mora na fazenda há cinco anos e nunca viu nenhuma onça, mas Arnaldo diz ser comum encontrar rastros de felinos. “Eles não atacam as criações porque há muitas capivaras, porcos do mato, catetos e Javalis por aqui”, conta.

A fazenda onde o filhote foi encontrado fica próxima às matas ciliares do rio Aguapeí e ao parque estadual do mesmo nome, no extremo Noroeste de São Paulo. Criado em 1998, o parque é uma reserva de florestas de transição de Cerrado e Mata Atlântica e possui vegetação semelhante ao do Pantanal mato-grossense, sendo chamado por isso de Pantanal Paulista.

A região, que é um dos últimos habitats de diversas espécies de animais no interior de São Paulo, como onças pintadas, é também é o único habitat no estado onde o cervo do pantanal, que está em extinção, vive à solta. Mas a expansão das plantações de cana e das criações de gado ameaça o santuário, que também enfrenta os ataques dos caçadores e dos traficantes de animais silvestres.

Fonte: Terra Notícias
 

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