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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Quem tem um cão de estimação tem uma vida mais saudável
Todo mundo quer ter uma vida mais saudável - ainda que muitos não busquem, querem ter. Uma recente pesquisa sugere que os que têm os cachorrinhos de estimação vivem uma vida mais saudável, têm um “bonus” à saúde. A pressão e o colesterol são mais baixos dos proprietários dos pets e esses estão menos sujeitos à problemas médicos.
Os donos dos cães apresentam melhor recuperação quando sofrem de doenças sérias, como ataques cardíacos, além de serem “avisados” pelos cachorros que um ataque epilético está por acontecer, por exemplo. “É possível que os cachorros nos garantam um bem estar, retirando-nos do stress, um dos maiores riscos associados à problemas de saúde”.
“Aquele que tem um cachorro como amigo também pode aumentar seu desempenho em atividades físicas, e melhorar o contato social, que resultam na melhoria física e psicológica da saúde humana, de maneira indireta”.
Fonte: http://www.iftk.com.br
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Britânico é condenado por deixar cachorro engordar
O cão Taz (à direita). (Foto: Crédito: Brighton e Hove Council/BBC)
O britânico Ronald West, de 62 anos de idade, foi considerado culpado sob o Ato de Bem Estar dos Animais por deixar seu cachorro – um cão pastor – engordar.
Taz estava pesando 40kg, 15 a mais do que seu peso ideal, quando foi encontrado por funcionárias do departamento de bem estar dos animais do governo local de Brighton e Hove.
West ainda foi acusado de manter o cão Taz, de cinco anos de idade, em um apartamento imundo, com fezes em vários quartos, e por não exercitá-lo o suficiente.
A corte de Brighton e Hove ainda não determinou a sentença de West, que pode chegar a uma multa de 5 mil libras (cerca de R$ 16 mil) ou seis meses de prisão. Ele ainda pode ser proibido de manter outro animal.
Fezes
As funcionárias do serviço de bem-estar animal visitaram o apartamento de West no início do ano, quando encontraram pilhas de fezes do animal no chão de todos os cômodos.
Segundo as funcionárias, algumas pareciam estar lá há meses. O cachorro também estava obeso e apresentava unhas longas, um sinal de que ele não se exercitava regularmente.
Na ocasião, as funcionárias aconselharam West a levar o cão a um veterinário para pedir conselhos sobre uma dieta adequada, e ordenaram que ele limpasse o apartamento e levasse Taz para se exercitar com mais frequência.
Em outras duas visitas posteriores, no entanto, o governo local considerou a situação ainda pior, e em março passado Taz foi levado para um canil público.
West, que não compareceu ao julgamento nesta semana, afirma que esteve doente durante os meses do inverno e por isso não conseguiu limpar o apartamento.
Ele disse também que dava apenas uma lata de comida para o cão, diariamente, mas que ele e os amigos davam “guloseimas” constantemente para o animal.
Ele afirmou amar o cão e disse que jamais prejudicaria o animal conscientemente.
Desde que foi levado para o canil do governo local, Taz já perdeu sete quilos e estaria se recuperando bem, segundo as autoridades.
“Esperamos que este caso faça as pessoas pensarem duas vezes antes de decidir ter um cachorro. Todos os cães, mas particularmente pastores como Taz, precisam de uma dieta saudável e exercícios”, disse o parlamentar local Geoffrey Theobald, secretário local para o meio ambiente.
“Manter um cão de grande porte dentro de casa, em um espaço pequeno, e alimentá-lo em excesso é uma forma de crueldade”, completou.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Homeopatia ajuda a acalmar os bichos
É cada vez mais comum as pessoas tratarem da saúde com homeopatia em vez dos remédios convencionais. Quem é adepto ao método, garante que funciona. E para os bichos, o tratamento também mostra resultados.
A vantagem é que a homeopatia, medicamento manipulado feito de ingredientes naturais, não cuida apenas da saúde, mas também do comportamento dos bichinhos.
A médica veterinária Vanessa Requejo, especialista no assunto, afirma que os distúrbios comportamentais, como ansiedade, casos dermatológicos, e até ortopédicos são os mais comuns em seu consultório.
Foi a ansiedade excessiva que levou Camila Veiga a dar homeopatia para Jairo, um boxer de três anos. A publicitária afirma que terapia alternativa “salvou a relação” dos dois.
Jairo era muito hiperativo e ansioso. Todo dia, quando Camila voltava para casa, sentia a perda de algum objeto, pois o cachorro os detonava. O pior era que, por causa dessa gula, Jairo vivia com dor de estômago.
- Me falavam para deixá-lo preso na coleira, no quintal, mas eu morria de dó de fazer isso.
Após diversas tentativas, até com adestrador, para tentar controlar o cão, a publicitária recorreu à homeopatia.
- A ansiedade de Jairo era tanta, que comia muito rápido e em seguida vomitava. Eu não conseguia fazê-lo comer devagar ou ficar quieto para fazer a digestão. Depois de comer, ele corria e pulava, principalmente quando eu ou meu marido estávamos por perto.
Depois que começou o tratamento, há um ano, Jairo passou a ficar mais controlado.
- Hoje, ele não come mais os objetos, mas se fica muito ansioso, ainda tem a digestão ruim e regorjeia. Mesmo assim, é muito raro.
Vanessa explica que a homeopatia trata o indivíduo como um todo.
- Cada indivíduo é único e é o estudo de todas essas individualidades que representam nossa totalidade. A homeopatia é utilizada para a cura sim, mas também para a manutenção da saúde e bem-estar de todos os seres vivos.
A veterinária afirma que os remédios convencionais não são necessários para quem adere ao método natural, mas existem situações, como a diabetes, em que é preciso fazer reposição de insulina.
Alguns medicamentos, como antibióticos e corticóides não devem ser utilizados durante o tratamento homeopático, pois podem apresentar efeitos colaterais.
O que determinará a rapidez e eficácia do tratamento é a capacidade do organismo em reagir ao medicamento para estabilizar a energia vital e equilíbrio do paciente.
Vanessa conta que os quadros agudos apresentam melhora rápida. Já os casos crônicos, onde o problema está instalado no organismo há muitos anos, a melhora é lenta e progressiva, pois é necessário um tempo maior para que o organismo daquele paciente reestabeleça o equilíbrio.
É preciso ter em mente que a homeopatia não é milagrosa. Existem casos que não têm cura e o papel do tratamento homeopático é amenizar a dor, o sofrimento e o desconforto.
Notícia do R7
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Cachorro reduz chances de alergia em crianças
Ter um cachorro em casa reduz o risco de uma criança desenvolver alergias, revela uma pesquisa divulgada por cientistas alemães. A descoberta, baseada em um estudo de 6 anos com 9.000 crianças, dá relevância à teoria de que crescer com animais de estimação ajuda a desenvolver o sistema imunológico e deixa o corpo mais preparado para a asma, eczema e febre alta.
Os familiares das crianças responderam a um questionário detalhado sobre as chances de desenvolver sintomas alérgicos. Exames de sangue também foram feitos para testar anticorpos. O mesmo efeito benéfico da companhia dos cães não foi observado em crianças que têm contato freqüente com cachorros mas não convivem com um em casa.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pode-se cortar a cauda e as orelhas dos cães?
do R7
Muitas raças são submetidas ao corte da cauda, a caudotomia, e das orelhas. Quando não passam por esse procedimento, podem até serem confundidas com outras raças.
A verdade é que o corte da cauda e das orelhas por motivos estéticos, nada mais é do que uma mutilação. Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, conta que a cauda é uma ‘extensão’ da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, não sendo recomendado o corte.
Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil, proibiu os especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. No entanto, ainda há muitos profissionais que fazem tanto a cirurgia quanto a caudotomia.
De acordo com Marcondes, o profissional pode responder por questões éticas no Conselho de Medicina Veterinária:
- Se o animal for saudável e o procedimento for somente por questões estéticas, o veterinário não deve realizá-la nem com o termo de consentimento do dono.
Existem casos nos quais há necessidade de amputação por motivos de saúde, como quando o animal morde insistentemente a ponta do rabo, fere com frequência a extremidade ao bater em objetos, causando sangramento, tumores, etc..
Nesses casos poderá ser efetuada a cirurgia inclusive de animais adultos.
Cão com cauda é cão sem pedigree?
Marcondes explica que, embora o padrão de muitas raças recomende o corte, a caudotomia não é obrigatória – podendo um cão com cauda íntegra ter pedigree e participar de exposições.
Alguns proprietários já começam a optar por não fazer a caudotomia em seus animais, reservando um filhote antecipadamente com o criador, e solicitando que o rabo não seja cortado.
Há pessoas que, quando compram seu cão com o rabo curto, acham até que ele já nasceu assim, mas o especialista comenta que são raros os casos de animais que nascem com a cauda bem curta ou ausência dela.
Marcondes afirma também que, após as proibições destas cirurgias estéticas, começaram a aparecer vários animais com cauda longa e orelhas sem corte. Isso leva as pessoas a se acostumarem com um novo padrão estético.
Devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do direito que os cães têm de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Saiba como identificar a otite canina
Do R7
Se o seu cachorro está com muita coceira nas orelhas, dor, um cheiro desagradável e forte nessa região e apresentando secreção, saiba que o seu animal pode estar com otite canina, umas das doenças inflamatórias mais comuns em cães. Nos casos mais graves e avançados da doença, o animal apresenta um quadro de desequilíbrio e alterações de comportamento, como andar em círculos, por exemplo.A otite canina é a inflamação do conduto auditivo e os agentes causadores da doença devem ser identificados rapidamente para que o cão tenha o tratamento adequado, como explica Andrea Bonates, veterinária formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF). - Depois de perceber os sintomas, o dono deve levar o cachorro imediatamente ao veterinário.
O ideal é identificar a causa dessa inflamação através do exame clínico e fazer exames complementares como o de secreção para saber que tipo de microorganismo atingiu o conduto auditivo, exame citológico para saber se a causa é por uma bactéria ou fungo e o exame parasitológico, para saber se o causador é um parasita. Depois de descobrir qual é o agente causador da otite é que o veterinário vai entrar com a medicação específica, para começar o tratamento.
Segundo a veterinária, o tratamento é feito com antibióticos, antiinflamatórios, antifúngicos e, se a causa da otite for sarna, deve-se entrar com remédios que tenham parasiticidas. Caso o animal esteja com excesso de cera, o ideal é diluir a cera e depois limpar adequadamente as orelhas do cão para iniciar o tratamento. Andrea explica que existem algumas condições e fatores que predispõem o aparecimento da doença.
- Cães com orelhas pendulares (caídas) diminuem a ventilação e aumentam a umidade tornando o conduto auditivo um local ideal para o desenvolvimento de bactérias, fungos e sarnas. Dobras cutâneas na orelhas, excesso de pelo e cera no ouvido e até mesmo a higienização mal feita das orelhas, além de tumores no conduto são fatores que diminuem a defesa imunológica surgindo a otite canina.
Para prevenir a otite canina o dono deve tomar algumas precauções fáceis como, por exemplo, limpar a parte exterior das orelhas do animal de forma leve, proteger as orelhas com algodão toda vez que o cão tomar banho e não retirar toda a cera dos ouvidos do animal porque ela serve como proteção.
A veterinária alerta que se o cachorro já estiver com a doença, o ideal é tratar o animal rapidamente e de forma correta de acordo com o diagnóstico, caso contrário, o quadro pode evoluir. - Se a otite se tornar mais grave e profunda o cachorro pode ter perfuração de tímpano e ficar surdo.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Correr com cães traz benefícios para dono e animal
Do R7
Muitas pessoas que correm ou fazem cooper, que é a corrida num ritmo mais moderado, costumam levar o cachorro como acompanhante durante a atividade física. Será que essa prática faz bem para o animal?Segundo Lineu Rodrigues Padovese, veterinário formado pela Universidade de São Paulo (a USP), fazer exercícios físicos e correr com o cão traz uma série de benefícios – tanto para o homem quanto para o pet. No entanto, o dono deve seguir algumas recomendações antes de começar a corrida.
- Andar de forma mais acelerada e correr com o cachorro é muito benéfico, mas existem alguns cuidados antes de começar essa prática. Assim como o dono, o cão deve fazer uma bateria de exames para saber se não possui nenhum problema de saúde e se tem condições físicas para correr. A corrida serve como antistress, ajuda a manter a saúde, combate o sedentarismo e libera a energia acumulada do dois. Sem contar a aproximação que dono e cão sentem durante a corrida.
Contudo, antes de adquirir seu cão, tenha em mente se você quer um bichinho apenas para fazer companhia ou se pretende fazer cooper ou corrida com esse animal. Isso para que você possa escolher uma raça que atenda às suas expectativas.
- A pessoa deve comprar um cão adequado ao seu estilo de vida. Existem raças que têm mais preparo físico, são mais ativas e vão conseguir acompanhar os donos na corrida. Esse é o caso do border collie (extremamente ativo), golden retriever, labrador e pastor alemão. O desempenho do cão depende muito da raça e da idade do animal. Não é ideal correr com raças de pequeno porte, que em geral são melhores para companhia, como o lhasa apso, shi tsu e chiuaua. Veja bem, isso não quer dizer que esses cães não vão praticar atividades físicas, só que não são ideais para a corrida.
Padovese alerta ainda que antes da corrida o animal deve ser alimentado com ração de boa qualidade e durante o percurso o dono deve oferecer água a ele. Para os cães que já têm algum condicionamento, a corrida deve ser de, no máximo, cinco quilômetros. A duração não pode passar de meia hora.
Agora, se seu cãozinho é iniciante, o ideal é começar a fazer apenas uma caminhada mais intensa com ele. Só depois dá para correr pequenas distãncias. O aumento no percurso deve ser progressivo.
Experiência
O publicitário Ricardo Santos conhece bem os benefícios de correr ao lado de um cão. Ele e Bruna, uma golden retriever de dez anos, se divertem bastante entre uma corrida e outra. - Eu comecei a correr com a Bruna esse ano. Como treino às terças, quintas e sábados, complemento a atividade aos domingos correndo com ela. Não dá para fazer treinos longos porque ela já tem idade, mas ela curte muito e eu acho o maior barato. É muito saudável. Se você consegue unir o passeio do cachorro com a sua atividade física, isso é perfeito!
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