terça-feira, 12 de abril de 2011

Após ficar 1 ano perdida no Afeganistão, cadela recebe medalha

Uma cadela labrador foi condecorada nesta terça-feira, na Austrália, por seus serviços como farejadora de bombas no Afeganistão. Sarbi, 9 anos, recebeu a Cruz Roxa da RSPCA ("Sociedade Real para Prevenção da Crueldade contra Animais", em inglês) no Memorial de Guerra Australiano, em Canberra.

Enquanto estava no Afeganistão, Serbi desapareceu, em setembro de 2008, após uma batalha entre as forças de coalizão e o Talibã, segundo o jornal The Daily Telegraph. No combate, nove soldados australianos ficaram feridos, inclusive seu adestrador, identificado apenas como sargento D. Serbi foi encontrada 13 meses depois, e se reuniu novamente com seu dono.

O chefe do exército, tenente-general Ken Gillespie, disse que estava muito orgulhoso do "profissional e dedicado trabalho de nossos engenheiros de combate e adestradores de cães, e o papel vital que eles desempenham ao manter nossos soldados vivos". "Estou encantado que a RSPCA tenha escolhido Serbi, e, por extensão, todos os cães que trabalham para o exército e seus adestradores", afirmou.

"Não há dúvida de que Serbi mostrou uma incrível resistência e força que deve ser reconhecida", afirmou a presidente nacional da RSPCA, Lynne Bradshaw. Como o sargento D. não pôde se identificar, Serbi foi acompanhada na cerimônia pelo cabo Adam Exelby, instrutor na Escola de Engenharia Militar em Sydney.

Sarbi foi o nono cão a receber o reconhecimento da instituição. Antes, ela já havia sido reconhecida por seus esforços com uma medalha. A cerimônia foi assistida por alguns dos mais altos militares da cidade, além de 100 crianças de escolas primárias.
Do: Terra

sábado, 9 de abril de 2011

Cão Guia que ficou cego tem seu próprio Cão Guia...


O cão Edward trabalhava como cão-guia há oito anos, quando precisou ter os olhos removidos após desenvolver catarata, o que deixou seu dono, o cego Graham Waspe, de 60 anos, muito triste. Mas logo o inglês ganhou Opal, de 2 anos, para ajudar não só a ele como também a Edward.

- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.

- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.

Por Maíra Amorim - Extra.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cachorro volta a abrir a boca após maus-tratos

Cão foi encontrado em estado grave e só conseguia abrir a boca por quatro milímetros

Zippy, um Golden Terrier, já pode voltar a sorrir. Depois de sofrer nas mãos de seu antigo dono, com apenas dois meses de vida, e ter as mandíbulas quebradas, o cão quase morreu de fome por não conseguir abrir a boca. Agora, com dez meses e depois de passar por uma cirurgia para correção do problema, o cão já pode voltar a latir, informou o jornal britânico Daily Mail. De acordo com Diane Mclelland, gerente do centro de realojamento onde Zippy está hospedado, o próximo passo é aguardar alguém que queira adotar o cãozinho.

Do Petmag-UOL

terça-feira, 5 de abril de 2011

Leve seu cachorro para fazer rafting


Agora não é preciso dispensar a companhia do “melhor amigo” nem mesmo para cair na aventura. Em Brotas, um dos mais conhecidos destinos de esportes radicais do Brasil, no interior de São Paulo, oferece rafting ou floating (rafting de contemplação) com cachorros no Rio Jacaré Pepira. “Nos dias de hoje, a presença de nossos animais de estimação está cada vez mais forte em nossas vidas, por isso criamos um pacote em que os cachorros poderão dividir com seus donos as emoções e adrenalina dos esportes de aventura”, afirma a diretora-geral, Marília Rabello.

Para os cães que têm menos afinidade com a água, a atividade mais apropriada é o floating, que acaba sendo um passeio agradável e tranqüilo tanto para os donos quanto para o animal. Para os animais mais aptos a nadar com freqüência e que gostam muito de água, a sugestão é o rafting por ser uma atividade mais dinâmica e com mais emoções para os dois.

Por que os cachorros correm atrás do próprio rabo?


Se você tem um cachorro de estimação, provavelmente já deve ter flagrado alguma cena do animalzinho correndo atrás do próprio rabo, em círculos. Mas você já parou para pensar qual a razão dessa atitude?

De acordo com Rubia Burnier, veterinária e terapeuta de animais, há mais de uma justificativa para esse comportamento, algumas até preocupantes para a saúde do bicho. Uma das explicações, conforme a especialista, seria a percepção de que correr em círculos desperta a atenção do dono. “O cachorro pode transformar isso numa estratégia”, diz Rubia.

Também por tédio ou falta de estimulação ambiental, cães com forte instinto de caça podem canalizar essa necessidade não realizada “caçando o próprio rabo”, explica a veterinária.
 

Meu Cãozinho © 2009.