quinta-feira, 8 de abril de 2010

Reino Unido quer impor seguro para cachorros

Da EFE

O Governo britânico quer obrigar todos os donos de cachorros a assegurar os animais contra ataques a terceiros.

A cada semana, segundo a “BBC”, cerca de cem pessoas são hospitalizadas na Inglaterra e no País Gales por causa de ataques de cães.

Além disso, aumentaram as brigas entre cachorros e as autoridades sabem que há gangues que utilizam cães agressivos e perigosos como “símbolo de status”.

Segundo a fonte, o Governo trabalhista pretende fazer uma emenda à lei de 1991 sobre cachorros perigosos, que diz respeito às raças pit bull terrier, tussa japonês, dogo argentino e fila brasileiro.

Os cães dessas raças são proibidos de circular em via pública. Agora, as autoridades querem proibi-los em domicílios privados, já que, às vezes, eles atacam profissionais e prestadores de serviço.

O ministro britânico de Interior, Alan Johnson, disse estar preocupado, posto que algumas pessoas só adquirem cachorros para intimidar outras pessoas.

“Há uma grande preocupação entre os cidadãos em relação aos ataques de cães, sobretudo após as mortes de crianças, e pelo número crescente de cachorros que são utilizados para intimidar outras pessoas”, disse o ministro do Meio Ambiente, Hilary Benn.

O sindicato de trabalhadores do serviço postal se disse satisfeito com as propostas do Governo, visto que milhares de carteiros são atacados anualmente no exercício da profissão.

domingo, 4 de abril de 2010

Cães usam até crachá em visita a pacientes de hospital

fonte: Jornal O Globo
Hospital Paulistano tem projeto que utiliza animais para melhorar o desempenho do paciente. O cachorro Nick faz visitas aos doentes. Foto: Anderson Prado/Diário de S. Paulo
SÃO PAULO - Basta ele colocar as patas no Hospital Paulistano, na região central da capital , para que todos larguem o que estavam fazendo. Eram 15h de quinta-feira quando o cão desfilou pelo corredor, com a língua de fora e o crachá com sua foto orgulhosamente pendurado no peito. Não demorou para que se formasse uma aglomeração. Uma enfermeira saiu de trás do balcão, puxou o celular do bolso e se aproximou, disputando espaço com os curiosos. Mesmo com um certo ar de constrangimento, ela não resistiu ao desejo: “Posso tirar uma foto dele?”

A presença do cão Nick, de 2 anos e 10 meses, da raça golden retriever, transformou o ambiente. Ele faz parte da ONG Amicão e Cãopanheiro, que visita instituições de saúde para ajudar no tratamento dos pacientes. Era a “estréia” de Nick depois do adestramento para ser “voluntário” da ONG. Com a carteira de vacinação em dia, ele ainda passou por um processo de higienização antes da visita.

Com pressão alta, a funcionária pública Agueda Machado completou 39 anos. O gosto azedo de passar um aniversário num hospital foi amenizado pela chegada do cão, que entrou no seu quarto junto com um coro de “Parabéns a Você”.

O mecânico Ingo Shoen, de 51 anos, também abriu um largo sorriso ao ver Nick entrando pela porta. Por alguns minutos, ele esqueceu da infecção decorrente de uma cirurgia na coluna, há dois meses.
O cão traz alegria. É como se o paciente se sentisse com um pé fora do hospital – diz o médico Fernando Seixas.

A aposentada Iracy Gomide Ortiz Monteiro, de 91 anos, está internada há quase dois anos. Ela respira com aparelhos e tem diabetes e hipertensão. Parte de sua história foi fixada na parede do quarto: numa das fotos, Iracy está no sofá de casa com um cão no colo. O gosto por cães fez com que sua filha, a advogada Vera Ortiz, pedisse a inclusão do quarto da mãe nas visitas de Nick.
A mamãe se comunica com os olhos. Mostra interesse quando vê algo diferente – diz.

Bruna Dias, de 19 anos, também tem dificuldades para se comunicar. Ela é portadora da Síndrome de Rett, anomalia genética que a impede de falar e caminhar. Bastou que o cão entrasse no seu quarto para que o seu astral mudasse. Sentada na cama, ela aproximou o corpo de Nick e deixou que ele a lambesse.

ONG conta com 11 ‘voluntários’

A ONG Amicão e Cãopanheiro conta com uma equipe composta por 11 cães. Entre eles, um pastor alemão aposentado da Polícia Militar. A organização faz visitas regulares a locais como o Hospital São Paulo, o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), o Hospital Santa Bárbara e o Hospital Paulistano.

Mas o começo foi quase ocasional. Em 2004, as irmãs Angela Borges, de 49 anos, e Luci Lafusa, de 53, assistiram a um documentário na TV que mostrava o trabalho feito por “cães voluntários” em hospitais. Ali despertava a idéia para a criação da ONG. O cachorro Joe Spencer, que pertence às irmãs, foi o primeiro animal da organização. Assim como Nick, ele é da raça golden retriever.

Desde então, as irmãs passaram a colecionar histórias de afeto entre cães e pacientes. Algumas delas serão relatadas num livro, que está sendo escrito por Luci. Há casos como o de uma menina que tinha feito uma cirurgia nos olhos e só decidiu abri-los depois que a enfermeira anunciou a chegada do cão. Ou o de uma paciente operada que se levantou da cama após uma visita do animal.

Uma das histórias que mais emocionam as idealizadoras da ONG é a de uma visita no setor de pediatria, em que o cachorro se aproximou de uma menina que costumava esconder o rosto, envergonhada por causa de uma deformação.
Ela estava toda encolhida, e aí abriu um sorriso. O nosso trabalho é quebrar essa rotina de doença e levar amor para as pessoas – afirma Angela.

Pioneiro

Sérgio Mendes, de 71 anos, foi um dos precursores no tratamento de doentes com auxílio de cães no país. Em 2001, ele levou um cachorro pela primeira vez ao Hospital Universitário da USP. Economista aposentado há 13 anos, aprendeu a adestrar cachorros como uma forma de preencher os dias. Para isso, fez estágio de três meses num acampamento de lobos nos EUA para entender as raízes do comportamento canino. Ao voltar ao Brasil, Mendes estava decidido a ajudar os doentes.
Tive a idéia tomando café com um especialista no assunto, durante o meu estágio nos EUA. Esse tipo de tratamento faz uma diferença na vida das pessoas – explica.

Parte das recordações dos sete anos de terapia com cães encontra-se dentro de uma carteira, onde Mendes guarda os crachás usados pelos cachorros nos hospitais. Outra parte das lembranças está registrada no livro “Cachorro também é remédio”, que ainda não foi lançado por falta de recursos.

No apartamento, onde mora sozinho, nos Jardins, Mendes treina atualmente a cadela Paçoca, de 10 meses, e sem pedigree. Vira-lata, ela foi adotada pelo aposentado no Centro de Controle de Zoonoses de Ubatuba, entre mais de 400 cães, com um destino traçado: alegrar a vida de pacientes internados.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Moda chinesa de modificar a aparência de cães

Em Zhengzhou, no Leste da China, se você encontrar um tigre latindo, não se assuste. De longe, a cor alaranjada e as listras pretas deixam a sensação de estarmos perto de um autêntico tigre, mas é só olhar bem pertinho e descobrir que trata-se na verdade de um retriever, vítima da última moda entre alguns donos de cachorros na China. Eles acabam tingindo seus animais de estimação para ficarem com aparência de outros animais.


quinta-feira, 18 de março de 2010

Empresa cria sorvetes para cães em Londres

Notícia do G1
Uma empresa de festas para animais de estimação lançou uma novidade em Londres (Inglaterra). A “Boomerang Pets Party” criou sorvetes para cães. Há sorvetes nos sabores de presunto e frango. Uma van vendeu a novidade neste sábado no parque Regents.
Empresa criou sorvetes para cães. (Foto: Divulgação)

sábado, 13 de março de 2010

Donos de bichos de estimação aderem a “onda verde”

Da Reuters
NOVA YORK (Reuters Life!) – Os donos dos animais de estimação também podem ser ecologicamente corretos, seja com rações orgânicas, brinquedos ecológicos, coleiras de bambu ou cânhamo ou camas fabricadas com material reciclável.

Ainda é possível encontrar coleiras de diamantes ou de pele de cobra por 3 mil dólares, personal trainers para os animais mais atarracados e suítes em hotéis para cachorros, mas cada vez mais os amantes dos animais trocam o luxo excessivo pelo pensamento verde.

“No último ano e meio temos visto mais do que nunca os produtos ecológicos”, disse Charlotte Reed, especialista em produtos para animais de estimação baseada em Nova York. “Mais pessoas estão se voltando para essa direção.”

E elas estão percebendo que o cachorro ou o gato delas pode ajudar a reduzir a pegada de carbono.

“Observamos mais produtos que farão o seu cachorro saudável, produtos naturais e bons para o pelo e para o bem-estar dele ou dela”, disse Reed.

Stephanie Volo, do Planet Dog, com sede no Maine, fornece brinquedos recicláveis e produtos para os bichos de estimação fabricados com materiais sustentáveis há mais de uma década. Ela está convencida de que agora os donos dos animais estão mais preocupados com o ambiente e mostram isso através do tipo de produtos que compram.

“Observamos uma demanda crescente por produtos que são bons para você, para o seu cachorro e para a Terra”, explicou ela. “Definitivamente, é uma tendência.”

Os bichinhos, no entanto, não precisam sacrificar o estilo para serem ecologicamente corretos. Além de os produtos para enfeites portarem etiquetas orgânicas, havia uma série de roupas estilosas numa feira de produtos para animais de estimação em Nova York.

Se uma coleira de cachorro normal não for o suficiente, a Weizhi Inc, de Los Angeles, tem muitas variedades de coleiras de prata ou ouro 18 quilates. Uma coleira de prata e sua corrente, por exemplo, saía por 30 mil dólares.

“Esta é para as pessoas que buscam por algo exclusivo”, disse Yoko Okuaki, gerente da empresa.

Também não faltavam casacos de inverno e suéteres confortáveis, fantasias de Halloween e vestidos de festas para todas as ocasiões para os cachorros fashion.
 

Meu Cãozinho © 2009.